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| - Mas as almas não morrem como as flores, Como os homens, os pássaros e as feras: Rotas, despedaçadas pelas dores, Renascem para o sol de novas primaveras E de novos amores. Assim, às vezes, na amplidão silente, No sono fundo, na terrível calma Do Campo-Santo, ouve-se um grito ardente: É a Saudade! é a Saudade!... E o cemitério da alma Acorda de repente. Uivam os ventos funerais medonhos. . Brilha o luar... As lápides se agitam. . E, sob a rama dos chorões tristonhos, Sonhos mortos de amor despertam e palpitam, Cadáveres de sonhos... Categoria:Poesia brasileira Categoria:Olavo Bilac
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| - Mas as almas não morrem como as flores, Como os homens, os pássaros e as feras: Rotas, despedaçadas pelas dores, Renascem para o sol de novas primaveras E de novos amores. Assim, às vezes, na amplidão silente, No sono fundo, na terrível calma Do Campo-Santo, ouve-se um grito ardente: É a Saudade! é a Saudade!... E o cemitério da alma Acorda de repente. Uivam os ventos funerais medonhos. . Brilha o luar... As lápides se agitam. . E, sob a rama dos chorões tristonhos, Sonhos mortos de amor despertam e palpitam, Cadáveres de sonhos... Categoria:Poesia brasileira Categoria:Olavo Bilac
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