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| - Serenata de Jorge Muñiz.
- Pela vasta noite indolente Vaga um perfume estranho. Eu sonho... E aspiro o vago aroma ausente Do teu cabelo castanho. Pela vasta noite tranqüila Pairam, longe, as estrelas. Eu sonho... O teu olhar também cintila Assim, tão longe como elas. Pela vasta noite, povoada De rumores e arquejos Eu sonho... É tua voz entrecortada De suspiros e de beijos. Pela vasta noite sem termo, Que deserto sombrio! Eu sonho... Inda é mais triste, inda é mais ermo O nosso leito vazio. Pela vasta noite que finda Sobre o dia risonho... E eu cerro os olhos para ver-te ainda, Ainda e sempre, em meu sonho.
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| - Serenata de Jorge Muñiz.
- Pela vasta noite indolente Vaga um perfume estranho. Eu sonho... E aspiro o vago aroma ausente Do teu cabelo castanho. Pela vasta noite tranqüila Pairam, longe, as estrelas. Eu sonho... O teu olhar também cintila Assim, tão longe como elas. Pela vasta noite, povoada De rumores e arquejos Eu sonho... É tua voz entrecortada De suspiros e de beijos. Pela vasta noite sem termo, Que deserto sombrio! Eu sonho... Inda é mais triste, inda é mais ermo O nosso leito vazio. Pela vasta noite que finda Sobre o dia risonho... E eu cerro os olhos para ver-te ainda, Ainda e sempre, em meu sonho.
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