| Attributes | Values |
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| - Soneto do Ofício Meretrício
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| - Vai a trombuda, sórdida Michela Fazendo guerra a marujais marsapos, E sem que deste mil lhe façam papos, C'o sesso também dá às porras trela: Tudo em metal por dois canais ajunta; Recrutas nunca teme, e do Castelo Se ri, que aos beleguins as mãos lhes unta: Nas públicas funções vai dar-se ao prelo: Minh'alma agora, meu leitor, pergunta Se o ser puta não é ofício belo?
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| - Soneto do Ofício Meretrício
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| Autor
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| abstract
| - Vai a trombuda, sórdida Michela Fazendo guerra a marujais marsapos, E sem que deste mil lhe façam papos, C'o sesso também dá às porras trela: Tudo em metal por dois canais ajunta; Recrutas nunca teme, e do Castelo Se ri, que aos beleguins as mãos lhes unta: Nas públicas funções vai dar-se ao prelo: Minh'alma agora, meu leitor, pergunta Se o ser puta não é ofício belo?
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