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| - Na ribeira do Eufrates assentado
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| - Da causa de meus males perguntado me foi: «Como não cantas a história de teu passado bem, e da vitória que sempre de teu mal hás alcançado? Não sabes que, a quem canta, se lhe esquece o mal, inda que grave e rigoroso? Canta, pois, e não chores dessa sorte». Respondo com suspiros: «Quando crece a muita saudade, o piadoso remédio é não cantar senão a morte».
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| - Na ribeira do Eufrates assentado
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| Autor
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| - Da causa de meus males perguntado me foi: «Como não cantas a história de teu passado bem, e da vitória que sempre de teu mal hás alcançado? Não sabes que, a quem canta, se lhe esquece o mal, inda que grave e rigoroso? Canta, pois, e não chores dessa sorte». Respondo com suspiros: «Quando crece a muita saudade, o piadoso remédio é não cantar senão a morte».
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