Eu cuido ver todo o encanto, Toda a beleza do Céu, Nestes teus olhos sem pranto, N’estes teus olhos sem véu. Sinto uma doce ventura, Uma alegria sem fim, Se d’eles a chama pura A’s vezes cai sobre mim. São flores azuis boiando À tona d’água, de leve, Esses dois olhos beijando O teu semblante de neve!
Eu cuido ver todo o encanto, Toda a beleza do Céu, Nestes teus olhos sem pranto, N’estes teus olhos sem véu. Sinto uma doce ventura, Uma alegria sem fim, Se d’eles a chama pura A’s vezes cai sobre mim. São flores azuis boiando À tona d’água, de leve, Esses dois olhos beijando O teu semblante de neve!