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| - right|thumb|150px|Orixá Okô, escultura de Carybé Ocô, Orixá Ocô ou Orixá Okô (Orichaoko em Cuba) é o orixá da agricultura, ligado a colheita dos inhames novos, à fertilidade da terra e à riqueza. Quando manifesta-se leva um cajado de madeira que revela sua relação com as árvores e traz uma chibata de couro e uma flauta de osso, que lembra sua relação com a sexualidade e a fertilidade. É pouco conhecido no Brasil, possivelmente porque os escravos não tinham entre suas preocupações a agricultura, pois dela só os senhores tiravam proveito. Em geral, Ogum é considerado o orixá da agricultura e Obaluaiê o orixá dos grãos. É geralmente considerado uma qualidade de Oxalá, pois veste-se de branco. Seu opaxorô (cajado), no Brasil, é confeccionado em madeira. Seu nome, em iorubá, significa "orixá da Palavra". É representado por uma estátua de madeira provida de um imenso falo, tendo como simbolos um cajado de madeira,uma flauta, uma chibata de couro e uma faca com fileira de buzios. Na África, usa-se uma barra de ferro como simbolo. As abelhas são suas mensageiras. Tem o poder de curar a malária, à qual estão expostos aqueles que lidam com agricultura. É marido de Olokum e teve um caso com Iemanjá, que o seduziu para levar o segredo do inhame a seu filho Xangô. É arbitro entre conflitos, especialmente entre mulheres, e muitas vezes juiz entre os orixás. Tem como título Eni Duru, "o ereto", referencia a seus atributos fálicos.
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