| Attributes | Values |
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| - Não me culpei a mim de amar-vos tanto
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| - Não me culpeis a mim de amar-vos tanto Mas a vós mesma, e à vossa formosura: Que, se vos aborrece, me tortura Ver-me cativo assim do vosso encanto. Enfadai-vos. Parece-vos que, em quanto Meu amor se lastima, vos censura: Mas sendo vós comigo áspera e dura Que eu por mim brade aos céus não causa espanto. Se me quereis diverso do que agora Eu sou, mudai; mudai vós mesma, pois Ido o rigor que em vosso peito mora, A mudança será para nós dois: E então podereis ver, minha senhora, Que eu sou quem sou por serdes vós quem sois. Categoria:Poesia brasileira Categoria:Vicente de Carvalho
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| - Não me culpeis a mim de amar-vos tanto Mas a vós mesma, e à vossa formosura: Que, se vos aborrece, me tortura Ver-me cativo assim do vosso encanto. Enfadai-vos. Parece-vos que, em quanto Meu amor se lastima, vos censura: Mas sendo vós comigo áspera e dura Que eu por mim brade aos céus não causa espanto. Se me quereis diverso do que agora Eu sou, mudai; mudai vós mesma, pois Ido o rigor que em vosso peito mora, A mudança será para nós dois: E então podereis ver, minha senhora, Que eu sou quem sou por serdes vós quem sois. Categoria:Poesia brasileira Categoria:Vicente de Carvalho
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