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An Entity of Type : owl:Thing, within Data Space : 134.155.108.49:8890 associated with source dataset(s)

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  • Partamona orizabaensis
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  • Partamona orizabaensis (Strand, 1919) (Figs. 37, 129, operária; 72, 102, macho; 161, distribuição; Tabs. II-IX, XIV) Trigona orizabaënsis Strand, 1919(1917):71. Trigona cupira; Cockerell, 1913:10 (partim, Costa Rica); 1920:464 (partim, Costa Rica); Roubik, 1981:178; Wille & Orozco, 1975:253-287. Trigona (Partamona) cupira; Wille, 1961:121; 1983:52-55, 62; Wille & Michener, 1973:12, 21, 31, 33, 40, 44, 56, 67, 87, 90, 91, 98, 112, 128-129, 130-137, 230, 264, 265. Trigona (Partamona) aff. cupira; Waddington et al., 1986:97. Trigona (Partamona) testacea variety; Cockerell, 1949:490; Schwarz, 1949:363, 368. Partamona amaura Ayala, 1992:5, 14, 28-29. Nom. nudum (ver item discussão). Partamona cupira; Griswold, et al. 1995:659, 682, 684, 690. Partamona orizabaensis; Ayala, 1999:7, 19, 57, 58.
Binomial name
  • Partamona orizabaensis
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  • 1919(xsd:integer)
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  • Partamona orizabaensis
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  • pink
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  • Partamona orizabaensis (Strand, 1919) (Figs. 37, 129, operária; 72, 102, macho; 161, distribuição; Tabs. II-IX, XIV) Trigona orizabaënsis Strand, 1919(1917):71. Trigona cupira; Cockerell, 1913:10 (partim, Costa Rica); 1920:464 (partim, Costa Rica); Roubik, 1981:178; Wille & Orozco, 1975:253-287. Trigona (Partamona) cupira; Wille, 1961:121; 1983:52-55, 62; Wille & Michener, 1973:12, 21, 31, 33, 40, 44, 56, 67, 87, 90, 91, 98, 112, 128-129, 130-137, 230, 264, 265. Trigona (Partamona) aff. cupira; Waddington et al., 1986:97. Trigona (Partamona) testacea variety; Cockerell, 1949:490; Schwarz, 1949:363, 368. Partamona amaura Ayala, 1992:5, 14, 28-29. Nom. nudum (ver item discussão). Partamona cupira; Griswold, et al. 1995:659, 682, 684, 690. Partamona orizabaensis; Ayala, 1999:7, 19, 57, 58. Diagnose. Abelhas de porte médio (l.m.c. 2,3-2,6 mm, c.a.a. 5,5-6,3 mm; Tabs. III, IV). Integumento preto. Mandíbula predominantemente amarelada e a porção apical ferrugíneo-escura, côndilos enegrecidos. Flagelo castanho escuro ou alaranjado. Estrias paroculares iguais ou um pouco mais estreitas que o diâmetro do 2o flagelômero (0,8-1,0), um pouco alargadas embaixo (ca. 1,1-1,3 x o diâmetro do 2o flagelômero), afilando na altura das fóveas tentoriais, ou com a mesma largura em toda a extensão, chegando até a interorbital superior ou um pouco abaixo (Fig. 129). Pilosidade preta. Membrana das asas levemente ferrugíneas; microtríquias pretas; veias escurecidas, principalmente na 1/2 basal da asa. Cerdas da base do escapo um pouco mais longas que o diâmetro deste (1,3 a 1,7x; Tab. VII). Cerdas eretas das áreas paroculares, ao lado dos alvéolos, um pouco mais longas que o diâmetro do escapo. Cerdas do escutelo 0,8-1,1x o comprimento deste. Área basal do propódeo uniformemente pilosa. Dentes da mandíbula como na figura 37. Área malar, distância interocelar, distância ocelorbital, tíbia III e comprimento da asa anterior normais (Tabs. V, VI, VIII, IX). Bifurcação da M+Cu geralmente coincidente com a cu-v (raramente levemente anterior). Macho, basitarso III alongado, pouco intumescido; tíbia III alargada em direção ao ápice (Fig. 72); EVII com a projeção mediana curta, de lados aproximadamente subparalelos, os chanfros laterais profundos e estreitos (Fig. 102). Variação. Alguns exemplares da Costa Rica, podem apresentar pilosidade mais clara na porção ventral do tórax e abdômen. Exemplares do México até Honduras com máculas mais nítidas no tórax (em exemplares da Costa Rica são bem apagadas). Operária. Dimensões. Comprimento total aproximado, 7,30 mm; da asa anterior, 6,14 mm (incluindo a tégula, 6,97 mm); largura máxima da cabeça, 2,52 mm; do TIII, 2,24 mm (Tab. XIV). Cor do integumento. Predominantemente preto, apenas os tarsômeros ferrugíneos. Tégulas castanho-escuras, translúcidas no meio. Labro amarelo, mandíbula amarela na base e ferrugínea em direção ao ápice, côndilos pretos. Escapo preto. Flagelo castanho escuro na face superior, mais claro por baixo, o 1o artículo amarelado. Máculas nítidas, no clípeo e tórax menos conspícuas. Manchas do clípeo aproximadamente triangulares, castanho escuras, a distância entre elas um pouco menor que o diâmetro do 2o flagelômero. Mancha supraclipeal um pouco mais nítida, aproximadamente em forma de acento circunflexo. Mancha nítida, amarela, em forma de gota invertida, abaixo do ocelo médio, tão longa quanto o diâmetro do ocelo e uma mancha irregular, alongada, acompanhando o sulco frontal. Estrias paroculares nítidas, amareladas, alargadas embaixo (ca. de 1,6x o diâmetro do escapo), difusas e mais estreitas na altura da interorbital máxima (ca. de 1/3 do diâmetro do escapo), chegando até a altura da tangente do ocelo médio (interorbital superior), com cerca de 2/3 do diâmetro do escapo. Genas com uma pequena mancha amarela difusa no quarto inferior da margem do olho. Tórax com as estrias laterais do mesoscuto acastanhadas; acompanhando o bordo posterior do escutelo, uma estria a cada lado, castanho-escura; axilas pretas. Membrana da asa anterior uniformemente ferrugíneo-clara; microtríquias ferrugíneo-fuscas em toda a asa; veias méleas, escurecidas pelas microtríquias, C e R mais escuras em direção à base da asa. Pilosidade. Predominantemente enegrecida, apenas as cerdas dos tarsômeros ferrugíneas. Cerdas ventrais do tórax e abdômen enegrecidas, apenas seus ápices mais claros. Área basal do propódeo sem faixa mediana glabra distinta. Franja pré-marginal do TIII, interrompida medianamente, onde há apenas microcerdas muito mais curtas que as laterais. Cerdas da base do escapo ca. de 1,75x o diâmetro deste. Área parocular inferior, ao lado dos alvéolos, com cerdas eretas tão longas quanto o diâmetro do escapo. Cerdas do clípeo tão longas quanto o diâmetro do escapo; na fronte, ca. 1,13x, e no vértice 2,25x o diâmetro do escapo; no disco do mesoscuto, e nos lados do mesepisternos, tão longas quanto 1,88x e 1,75x o diâmetro do escapo. Cerdas mais longas no ápice do escutelo 0,95x o comprimento deste. Integumento. Liso e polido, apenas com a pontuação pilígera, típica do gênero. Forma e proporções (Tab. XIV). Cabeça, 1,22x mais larga que longa, e 1,35x mais larga que a distância clipeocelar. Olhos, 2,45x mais longos que largos, subparalelos. Área malar ca. de 1,11x o diâmetro do 2o flagelômero. Clípeo 0,52x mais curto que sua largura máxima, 0,93x a distância intertentorial e 0,36x a distância clipeocelar. Comprimento da mandíbula 0,56x a distância clipeocelar (apenas um dos paralectótipos com a mandíbula parcialmente aberta, o ápice do dente médio chegando no nível do bordo distal). Comprimento do escapo 0,94x a distância alvéolo-ocelo lateral, seu diâmetro um pouco menor que o do 2o flagelômero. Distância interocelar 1,31x maior que a ocelorbital e ca. 1,75x o diâmetro do ocelo médio. Escutelo aproximadamente semicircular, ca. de 0,49x mais curto que largo. Tíbias III carregadas com resina; em um dos paralectótipos com as seguintes proporções e forma: 0,94x mais curta que a cabeça, e 2,11x mais longa que larga; o canto póstero-distal subanguloso, um pouco projetado, a margem apical fracamente sinuada. Basitarso III 1,68x mais longo que largo; o canto póstero-distal arredondado e a margem apical um pouco projetada, em ângulo mais aberto que 90o em relação à margem anterior. Asa anterior 2,77x mais longa que larga, e 2,44x mais longa que a largura máxima da cabeça. Bifurcação de M+Cu coincidente com a cu-v. Hâmulos, 5. Macho. Figuras 72, 102. Material-tipo. Lectótipo e paralectótipos (aqui designados), 6 operárias de "Orizaba", "Mexico", "Coll. Kraatz", "Syntypus", "Trigona orizabaensis m. Strand det.", depositados no DEIC. Todos examinados. Distribuição geográfica e hábitat. Ocorre em matas e áreas antrópicas do noroeste do Panamá até o sudeste do México (costa do Golfo do México, exceto Yucatan; Fig. 161). Segundo dados de etiqueta, pode chegar até mais de 3.300 m de altitude ("Costa Rica, San José Prov., Cerro de la Muerte, 11,000 ft., March 27, 1966, C.D. Michener", 1 op., SEMC). Nidificação. Cavidades no solo, entre a base de folhas de palmeiras, sob raízes de epífitas, em ninhos abandonados de aves, até quase totalmente expostos (WILLE & MICHENER, 1973; GRISWOLD et al., 1995). Nas etiquetas de uma série de 8 operárias consta a seguinte informação: "In hole exposed root Matagalpa Nicaragua X-4-52 Swain - 137 52-11606". Discussão. Esta espécie inclui parte dos exemplares considerados como "P. centralis" Schwarz, não publicada (Arroyo Choapan, Oaxaca, México, AMNH, Puredón San Isidro, e Congo, Guanacaste, Costa Rica, RPSP), e "Tr. cupira v. luteicornis" de Friese, 1910 (San José, Costa Rica), também não publicada. SCHWARZ (1949: 363, 368), sem conhecer o material tipo, interpretou P. orizabaensis como sinônimo de P. bilineata, incluindo exemplares com pilosidade ventral esbranquiçada e considerou os exemplares de P. orizabaensis como "Trigona (Partamona) testacea variety", pela pilosidade ventral preta (chave, p. 368). P. orizabaensis distingue-se de P. bilineata, com a qual se sobrepõe no sudeste do México até Honduras, pelas cerdas escuras nos esternos, pelas asas com veias mais escuras, principalmente na metade basal, cerdas mais longas na base do escapo e pelas máculas em geral mais nítidas na cabeça e tórax. AYALA (1999) menciona também o tamanho maior de P. orizabaensis (= P. amaura Ayala, 1992) em relação a P. bilineata, e uma diferença na forma do basitarso III; entretanto esse autor teve pouco material de P. orizabaensis em mãos, proveniente de pequeno número de localidades, e na verdade existe considerável variação no tamanho dessas abelhas e na forma do basitarso III. No limite sul de sua distribuição (Chiriqui, Bocas de Toro, Panamá), onde faz limite com P. peckolti, pode ser reconhecida pelas veias mais escuras e pelas microtríquias enegrecidas em toda a asa (as cerdas da base do escapo de P. peckolti também são longas e as cerdas nos esternos 2-6 geralmente enegrecidas). Em populações da Costa Rica há uma certa variação no comprimento relativo da asa anterior, que pode estar relacionada com gradientes altitudinais, entretanto o número de exemplares examinados não foi suficiente para se chegar a uma conclusão. P. orizabensis compartilha com P. peckolti, também do grupo bilineata / epiphytophila, um certo grau de intumescimento no basitarso III dos machos, o que coloca essas duas espécies próximas a P. bilineata e P. grandipennis / P. xanthogastra (Fig. 175). Embora os dentes da mandíbula (Figs. 37, 39) indiquem claramente que P. orizabaensis e P. peckolti fazem parte do grupo bilineata / epiphytophila, pela hipótese apresentada, o EVII do macho, com projeção mediana de lados aproximadamente subparalelos, aparece como homoplástico em relação aos grupos nigrior e cupira.
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