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| - right|thumb|200px|Higeia, arte romana right|thumb|200px|Higeia, detalhe de Medicina, de Gustav Klimt (1900-1907) Higeia, Higiia ou Higieia (do grego Ὑγιεία, Hygieía, ou Ὑγεία, Hygeía, "saudável"), chamada Salus ("Saúde") pelos romanos, era filha de Asclépio e deusa da saúde, limpeza, higiene e saneamento, associada à Lua.
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| - right|thumb|200px|Higeia, arte romana right|thumb|200px|Higeia, detalhe de Medicina, de Gustav Klimt (1900-1907) Higeia, Higiia ou Higieia (do grego Ὑγιεία, Hygieía, ou Ὑγεία, Hygeía, "saudável"), chamada Salus ("Saúde") pelos romanos, era filha de Asclépio e deusa da saúde, limpeza, higiene e saneamento, associada à Lua. Tinha um papel importante no culto de seu pai. Enquanto este estava mais diretamente associado à cura, ela era associada à prevenção das doenças manutenção da boa saúde. Era objeto de culto local desde, pelo menos, o século VII a.C., geralmente acompanhada do irmão Telésforo. Não tinha, porém, uma mitologia própria. O culto de Higeia como deusa independente espalhou-se depois que o Oráculo de Delfos a reconheceu e foi impulsionado pela devastadora praga de Atenas em 429 a.C. e 427 a.C. e em Roma em 293 a.C. Seus principais templos estavam em Epidauro, Corinto, Cós e Pérgamo. Pausânias remarcou que, no Asklepieion de Titane, em Sícion (supostamente fundado por Alexanor, neto de Asclépio), estátuas de Higeia eram cobertas por cabelo de mulher e pedaços de roupas babilônicas. Segundo as inscrições, os mesmos sacrifícios eram oferecidos em Paros. Arífron, artista de Sícion do século IV a.C, escreveu um hino bem conhecido para celebrá-la. Estátuas de Higeia foram criadas por Escopas, Briáxis e Timóteo, entre outros. Ela era freqüentemente representada como uma jovem alimentando uma grande serpente enrolada em torno de seu corpo. Às vezes, a serpente bebia de uma jarra que ela levava. Esses atributos foram mais tarde adotados pela deusa galo-romana da cura, Sirona.
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