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| - thumb|left|164px|Réplica da embarcação utilizada por Tegurmino no descobrimento de Isla Spyka em 1561 O Reino de Spyka é um arquipélago encrustado no Caribe, no extremo norte da América do Sul. Foi descoberto e colonizado por Johannes Tergumino, aventureiro holandês, em 19 de janeiro de 1617, onde estabeleceu com seus familiares a primeira vila denominada Isla Spyka (Spyka Eiland). Em pouco tempo, Spyka foi alvo de disputas territoriais, sendo reclamada por Espanha, Inglaterra, França e Países Baixos. Somente em 1740, após o pacto de Isla Spyka, o Reino dos Países Baixos assumiu definitivamento o controle político sobre o arquipélago de Spyka, além de Saba, Ilha de São Martinho, Sint Eustatius, Curaçao, Bonaire, Aruba, Tobago, St. Croix, Tortola, Anegada, Virgin Gorda, Anguila e por um cur
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| - thumb|left|164px|Réplica da embarcação utilizada por Tegurmino no descobrimento de Isla Spyka em 1561 O Reino de Spyka é um arquipélago encrustado no Caribe, no extremo norte da América do Sul. Foi descoberto e colonizado por Johannes Tergumino, aventureiro holandês, em 19 de janeiro de 1617, onde estabeleceu com seus familiares a primeira vila denominada Isla Spyka (Spyka Eiland). Em pouco tempo, Spyka foi alvo de disputas territoriais, sendo reclamada por Espanha, Inglaterra, França e Países Baixos. Somente em 1740, após o pacto de Isla Spyka, o Reino dos Países Baixos assumiu definitivamento o controle político sobre o arquipélago de Spyka, além de Saba, Ilha de São Martinho, Sint Eustatius, Curaçao, Bonaire, Aruba, Tobago, St. Croix, Tortola, Anegada, Virgin Gorda, Anguila e por um curto período, Porto Rico, a chamada Indias Ocidentais Dinamarquesas no século XVII. Spyka esteve sob soberania neerlandesa desde então. Em 1795, parte do território espicano (Atuais províncias de Spyka Central e Platina). Essa parte do arquipélago passa a ser considerada como território francês, devido à ocupação por tropas francesas à República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos. Apenas com a ascensão do Reino Unido dos Países Baixos após a restauração dos respectivos tronos às famílias reais derrotadas pelas tropas de Napoleão Bonaparte, a Casa de Orange-Nassau convertida em possuidora do trono holandês, passa a anexar novamente Spyka como Território, incluindo a ilha de Columbia (Antiga possessão espanhola). Na ocasião, o Conselho Popular Spykano organizou um plebiscito, onde o povo do arquipélago decidiu pela independência. A escolha dos spykanos era apoiada por alguns membros do Alto Conselho da Nobreza Neerlandesa, mas o Imperador da França Napoleão III sabedor da vontade dos spykanos determina a invasão militar das ilhas. Após as iniciativas militares de Napoleão III da França. Holanda e Espanha também esboçam tentativas de domínio através dos meios militares objetivando a conquista das ilhas. Eis que no ano de 1800 ocorre em Spyka a Guerra das Tulipas, que durou 10 meses e só terminou após o Tratado de Pactus, onde ficara determinado o desmembramento do arquipélago para Holanda, França e Portugal. Com o Tratado de Pactus em 1801: - A Ilha de Orange ficou sob domínio dos Países Baixos; - A Ilha de Spyka Central (Inclui as províncias de Spyka Central e Platina) ficou sob domínio da França; - A Ilha de Columbia ficou sob domínio espanhol. Em 1806, após a decretação do Bloqueio Continental em Berlim, a neutralidade francesa tornou-se mais difícil. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau possibilitou o levante contra os invasores franceses. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que de acordo com o tratado que pôs fim à guerra franco-neerlandesa, a França obteve o controle da Franche-Comté e de algumas cidades do Condado de Flandres e do Condado de Hainaut (da Espanha) Na ocasião, as Ilhas mais populosas de Spyka que eram controladas pelos franceses passam a estar sob a soberania espanhola. Não tardou muito, e um movimento liderado pelos revolucionários Thomas Groen e Thimo Bergsenobtém rápido êxito com o apoio das companhias marítimas neerlandesas para a retomada do território que tinham em Spyka pontos estratégicos para negociação de mercadorias com os Estados Unidos recém-independente. Sob forte apoio econômico, o Movimento pela Liberdade Spykana conclama eleições para decidir os rumos políticos da nação, onde pela escolha do povo, o representante da família Tegurmino, Theo Tegurmino, é proclamado Rei de Spyka em 1807. Em 1840 O rei Guilherme I dos Países Baixos promulga o Tratado de Secessão para o Território Spykano. O documento lavrado na Catedral de Santo Estevão, em Nova Orange, determina a secessão de Spyka dos Países Baixos de forma gradual e segmentada, ou seja, primeiro pela separação política, depois economica e por fim a autonomia militar. O então Rei de Spyka Tegurmino I aceita o Tratado, estabelecendo um prazo de 60 anos para a plena independência de Spyka. Columbia - A Spyka Espanhola clama a Independência Após a decisão promulgada por Guilherme I dos Países Baixos, os spykanos de Columbia se organizam para a libertação e anexação ao conjunto de Ilhas de Spyka. O movimento liderado por Sebastian Córdoba obtém êxito em 1849, quando da negociação de outras Ilhas do Caribe através de acordos comerciais com os Estados Unidos. Este, por sua vez, ofereceu suporte econômico para fomentar o movimento de libertação de Columbia, o que acontece em 1850. Os EUA utilizam a Ilha como entreposto de mercadorias até a pactuação do Tratado de Paris de 1898, que põe fim a Guerra Hispano-Americana, fato este, determinante na história da Ilha de Columbia. No ano de 1900 Spyka proclama sua Independência Política e Economica dos neerlandeses. Nova Orange é escolhida como a nova capital. A proclamação foi feita pelo Rei Marco I em seu penúltimo ano de Reinado. Após a sucessão de reinado, onde Juliana II assumiu o Trono em 1901, os Países Baixos, por intermédio da própria Rainha Guilhermina dos Países Baixos propôs a Livre Associação do Reino Unido de Spyka aos Países Baixos. Na ocasião era um bom negócio para ambos, pois permitia aos Países Baixos o uso da estrutura portuária como entreposto comercial para os Estados Unidos e região, assim, gerando divisas para Spyka, tal como estabelecia o acordo. A condição geográfica de Spyka possibilitou a construção de modernos portos navais para uso da marinha mercante holandesa, colocando Spyka em posição de destaque como lugar para negócios. O crash da Bolsa de Nova Iorque em outubro de 1929 atingiu de forma direta a economia de Spyka e dos Países Baixos. O volume de negócios com os Estados Unidos foi drasticamente reduzido, e a situação de Spyka era desanimadora na década de 30. A Rainha Juliana III adotou uma política de contenção de gastos aliada a altos impostos e tarifas alfandengárias, por circustâncias da crise economica. Houve considerável êxodo de estrangeiros residentes em Spyka, principalmente os neerlandeses e franceses, que voltaram as suas terras de origem. Esta situação agravou-se na década seguinte, com o advento da Segunda Grande Guerra. Foi a partir do Reinado de Johannes I que Spyka conseguiu novamente abrir as portas para o desenvolvimento de negócios estrangeiros no país, principalmente dos setores de Comércio Internacional Marítimo. Johannes I conseguiu implementar políticas simplificadas de tributos e fomentou empresas do setor terciário, proporcionando a instalação de grandes bancos internacionais. Tal vocação para o setor de serviços trouxe milhões de imigrantes para Spyka, fazendo do país um dos mais "internacionais" do mundo. A segunda metade do Séc.XX foi fundamental para a caracterização economica de Spyka. thumb|Foto: Nova Orange A partir da segunda metade do século XX Spyka se transforma em centro de negócios e desenvolve considerável infraestrutura urbana. Em 05 de dezembro de 1994, o Rei Bartolomeu I assina em Amsterdã, na Holanda, o Tratado de Amsterdã, o qual estabeleceu a Independência absoluta de Spyka dos Países Baixos a partir do ano de 2001. No dia 01/01/2001 Spyka tornava-se independente politica e economicamente. Com uma população à época de aproximadamente 1,8 milhões de habitantes, o arquipélago destacava-se como emergente econômico e terra de oportunidades no setor de serviços e no turismo, passando a receber pesados investimentos na rede hoteleira e na infra-estrutura de transportes. Em 09/09/2003 o Sr. Philip Teunis Tegurmino (primogênito de Bartolomeu I) assume o Trono, e institui notória abertura política, expandindo o Parlamento e os Ministérios. Promove o turismo como principal fonte de receitas, aliado aos negócios. Atualmente Spyka prospera vertiginosamente, aumentando sua população em mais de 300% nas últimas duas décadas, pois o país possui políticas de incentivo à vinda de estrangeiros, sob pelo menos dois desses critérios: - Possuir curso de nível Superior completo ou em curso; - Declarar patrimônio de US$100 mil; - Ter garantida uma atividade remunerada em Spyka; - Residência permanente para estudos em universidades spykanas ou visto de trabalho;
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