Pois o berço, onde a boca pequenina Abre o infante a sorrir, é a miniatura A vaga imagem de uma sepultura, O gérmen vivo de uma atroz ruína?! Sempre o contraste! Pássaros cantando Sobre túmulos... flores sobre a face De ascosas águas pútridas boiando... Anda a tristeza ao lado da alegria... E esse teu seio, de onde a noite nasce, É o mesmo seio de onde nasce o dia... Categoria:Poesia brasileira Categoria:Olavo Bilac
Pois o berço, onde a boca pequenina Abre o infante a sorrir, é a miniatura A vaga imagem de uma sepultura, O gérmen vivo de uma atroz ruína?! Sempre o contraste! Pássaros cantando Sobre túmulos... flores sobre a face De ascosas águas pútridas boiando... Anda a tristeza ao lado da alegria... E esse teu seio, de onde a noite nasce, É o mesmo seio de onde nasce o dia... Categoria:Poesia brasileira Categoria:Olavo Bilac