De templo em templo, em vão, levo o meu culto, Levo as flores d'uma íntima piedade. Vejo os votos da minha mocidade Receberem somente escárneo e insulto. À beira do caminho me assentei... Escutarei passar o agreste vento, Exclamando: assim passe quando amei! — Oh minh'alma, que creste na virtude! O que será velhice e desalento, Se isto se chama aurora e juventude?
De templo em templo, em vão, levo o meu culto, Levo as flores d'uma íntima piedade. Vejo os votos da minha mocidade Receberem somente escárneo e insulto. À beira do caminho me assentei... Escutarei passar o agreste vento, Exclamando: assim passe quando amei! — Oh minh'alma, que creste na virtude! O que será velhice e desalento, Se isto se chama aurora e juventude?