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| - Na mitologia grega, os sátiros (em grego, Σάτυροι, Sátyroi, talvez relacionado ao grego sathê, "pênis") são divindades menores da natureza com o aspecto de homens com cauda e orelhas de asno, narizes chatos, lábios grossos, barbas longas e órgãos sexuais de dimensões acima da média, muito freqüentemente mostrados em ereção. thumb|left|200px|Sileno bêbado, arte romana, século II d.C. Sátiros envelhecidos, representados calvos e barrigudos, eram chamados de silenos (seilenoi, em grego), cujo nome talvez derive do trácio zílai, "vinho".
- Os sátiros em nárnia, segundo se sabe er uma raça muito abundante que nos eventos de O Leão, A feiticeira e o guarda roupa estavam divididos no apoio entre Aslan e Jadis, a feiticeira Branca. Nos livros C.S. Lewis descreve sátiros tanto petrificados nos jardins do palácio da feiticeira e no acampamento de Aslan quanto também na Mesa de Pedra no Triunfo da Bruxa onde o verdadeiro rei de Nárnia se sacrifica por Edmundo. Na adaptação fílmica, entretanto, os sátiros ficaram todos ao lado do leão e é possível identificá-los em meio ás suas tropas.
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| - Os sátiros em nárnia, segundo se sabe er uma raça muito abundante que nos eventos de O Leão, A feiticeira e o guarda roupa estavam divididos no apoio entre Aslan e Jadis, a feiticeira Branca. Nos livros C.S. Lewis descreve sátiros tanto petrificados nos jardins do palácio da feiticeira e no acampamento de Aslan quanto também na Mesa de Pedra no Triunfo da Bruxa onde o verdadeiro rei de Nárnia se sacrifica por Edmundo. Na adaptação fílmica, entretanto, os sátiros ficaram todos ao lado do leão e é possível identificá-los em meio ás suas tropas. Não é uma raça em que o autor procure se aprofundar nos detalhes como foi com os faunos, relacinados ao Sr. Tumnus, todavia seus números foram essenciais para a vitória de Aslan na Primeira Batalha de Beruna. Nesta batalha que se passa no primeiro filme da série e no segundo livro da coleção o Leão organiza todos que foram resgatados dos encantos varinha da feiticeira e foram como reforços à Pedro que estava por perecer em duelo com Jadis, que inclusive petrificou muitos ao longo de todo o confronto de exércitos entre o labirinto de rochas nos campos montanhosos dos vaus de Beruna. Os sátiros desenvolveram uma relação amistosa com os faunos e nos eventos de O Príncipe Caspian quando muitos que antes pelejaram contra os filhos de Adão e as filhas de Eva agora se uniam a eles por um bem maior minotauros, lobos, anões negros e os sátiros estão presentes. Um sátiro que teve um papel de destaque na guerra contra os telmarinos foi Tyrus que no ataque ao castelo de Miraz irrompeu pátio adentro e escalou as paredes do torreão estanto bem próximo de matar o usurpador de Nárnia, o sátiro pereceu de uma vilenta queda da sacada do rei humano, mas se tornou um mártir.
- Na mitologia grega, os sátiros (em grego, Σάτυροι, Sátyroi, talvez relacionado ao grego sathê, "pênis") são divindades menores da natureza com o aspecto de homens com cauda e orelhas de asno, narizes chatos, lábios grossos, barbas longas e órgãos sexuais de dimensões acima da média, muito freqüentemente mostrados em ereção. Viviam nos campos e bosques e tinham relações sexuais com as ninfas (principalmente as mênades, que a eles se juntavam no cortejo de Dioniso), mas também com mulheres e rapazes humanos. Apreciavam a companhia de Dioniso, o vinho, a música e as orgias. Dançavam ao som de flautas (auloi), címbalos, castanholas e gaitas de foles. Dezoito deles eram servos de dioniso: Pomenio (pastores), Thiaso (tropa religiosa), Hipcéros (grande chifre), Oréstes (montanhas), Flégraios (paixão ardente), Napeus (vales), Gemon (carregador), Licos (lobos), Fereus (bestas), Petreu (rochedos), Lamis (covas), Lenóbios (pisador de uvas), Ecirtos (satador), Oistros (frenético), Pronomios (antes da pastagem), Férespondo (oferta de bestas), Ampelos (videira) e Cisseus (coroa de heras). thumb|left|200px|Sileno bêbado, arte romana, século II d.C. Sátiros envelhecidos, representados calvos e barrigudos, eram chamados de silenos (seilenoi, em grego), cujo nome talvez derive do trácio zílai, "vinho". Sileno, o líder ou pai dos sátiros e silenos, é freqüentemente representado montado num burro sobre o qual se equilibra com dificuldade, por estar sempre bêbado. Seus filhos eram: Astreu (brilho estelar), Maron (cinza puro) e Leneus (vinho forte). Filho de Pã e de uma melíade ou, segundo outra versão, nascido como as melíades do sangue de Urano que caiu na Terra, Sileno foi encarregado de cuidar de Dioniso quando criança. Depois, quando o deus já estava adulto, acompanhou-o em suas viagens. Regressando da Índia, Sileno estabeleceu-se na Arcádia, onde seu caráter jovial e brincalhão atraiu a simpatia e o afeto dos pastores, que lhe construíram um templo. Andava, em geral, coroado de hera, com uma taça de vinho na mão. Os sátiros gostavam de carregá-lo e as ninfas o amavam por sua bondade. Dizia-se que esse velho voluptuoso, nos seus momentos de sobriedade, era um grande sábio e profeta. Um mito conta que, certa vez bêbado e perdido na Frígia, foi encontrado por camponeses e levado ao rei Midas, que o tratou com bondade. Dioniso ofereceu ao rei uma recompensa e Midas escolheu o poder de transformar tudo que tocasse em ouro. Os daimones, como aquele do qual Sócrates se gabava de ser acompanhado, eram às vezes chamados também de silenos.
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