Ó que alegria para o coração Onde a Saudade, sempre em flor, renasce! A carta leve me pousou na mão E o beijo amigo acarinhou-me a face. E então, a rir, ó pomba idolatrada! Eu transformei meu coração em ninho: N’ele repousa a tua carta amada E canta o beijo a ária do carinho.
Ó que alegria para o coração Onde a Saudade, sempre em flor, renasce! A carta leve me pousou na mão E o beijo amigo acarinhou-me a face. E então, a rir, ó pomba idolatrada! Eu transformei meu coração em ninho: N’ele repousa a tua carta amada E canta o beijo a ária do carinho.