Na loucura que embaralha os pensamentos A vontade embrulhada em jornais velhos Trazendo pra dentro da mente sementes Cultivadas em enxofre adubadas em mofo Quem dera todos fossem loucos. Lá vem o trem fumegando na noite de ninguém Traz pendurada na janela, ela! Sorridente a cara é só dentes. No martírio enjaulado no peito ardente Flama todo amor o qual o corpo rejeita, Que jeito?! Aleijo foi ter partido sem mim Nas trombetas dos querubins tilinta teus brincos Ai eu brinco, atiro pra matar. Segue o trem, nos trilhos uma sombra, Morcegos misturados embaraçam a lua. Na rua nua um vulto maluco segue com arma em punho, Fumaça no coração, na mão alegria da separação.
Na loucura que embaralha os pensamentos A vontade embrulhada em jornais velhos Trazendo pra dentro da mente sementes Cultivadas em enxofre adubadas em mofo Quem dera todos fossem loucos. Lá vem o trem fumegando na noite de ninguém Traz pendurada na janela, ela! Sorridente a cara é só dentes. No martírio enjaulado no peito ardente Flama todo amor o qual o corpo rejeita, Que jeito?! Aleijo foi ter partido sem mim Nas trombetas dos querubins tilinta teus brincos Ai eu brinco, atiro pra matar. Segue o trem, nos trilhos uma sombra, Morcegos misturados embaraçam a lua. Na rua nua um vulto maluco segue com arma em punho, Fumaça no coração, na mão alegria da separação. Jamaveira®