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| - Em Rhedya, durante a guerra expansionista de Mozer, Ajik é enviado para espionar a resistência da cidade estado de Bethe. Uma vez dentro, Ajik é capturado por um grupo com poderes estranhos enquanto investigava uma grande estrutura de madeira. A cidade é atacada e um Natur, Aturion, o resgata, levando-o para Ashir como testemunha dos acontecimentos. Em Ashir, Ajik descobre que os estranhos na estrutura de madeira eram Natur misteriosamente enlouquecidos. Ele também conhece o velho mago Janus e decide continuar vivendo em Ashir. Enquanto isso, Dunavan é transportado de Drum, sua terra natal, para Rhedya, num erro de magia de seu primo. Em Rhedya, é acolhido por um Natur chamado Viren, que fala Drum. A serviço de Viren, ajudando-o a escoltar uma estranha jóia, está Lerian. Os três rumam para Ashir, onde encontram Janus e Ajik. Ajik, Dunavan e Lerian são convidados a prestar serviços aos Natur, que precisam que alguém interceda na cidade de Bethe contra os Natur enlouquecidos pelas jóias que Viren descobriu. Eles escoltam Janus pelo continente de Rhedya, quando são assaltados por bandidos. Um bando de vigilantes aparece para salvá-los e Janus é obrigado a entregar parte dos recursos ao líder dos vigilantes, mas consegue que em troca Zurgo, um dos vigilantes, siga com ele para defendê-lo. O grupo finalmente chega a Bethe, enquanto Janus fica numa cidade próxima esperando. Eles descobrem que a cidade está para ser sitiada e retornam para buscar Janus antes que seja impossível entrar. Ao voltarem, Ajik percebe que o exército sofreu graves baixas e Lerian descobre pela cidade que Mozer reuniu as tropas de várias cidades para derrubar Bethe de uma vez por todas, além disso, o príncipe de Bethe está fora da cidade buscando ajuda. Ajik conta, de sua experiência no exército de Mozer, que em breve chegarão magos e a cidade será devastada. Apressados, Janus e Ajik invadem a grande estrutura de madeira e descobrem que os Natur estão reclusos em pequenas casas fechadas. O grupo assim decide aguardar a invasão de Mozer para agir e capturar as jóias que supostamente estão com eles. Ao saber do retorno do príncipe, Ajik propõe uma busca furtiva em seu castelo. Durante a busca, Dunavan testemunha um Natur conspirando com o príncipe sobre algo que acontecerá nos próximos dias. O grupo é quase descoberto durante a investida, mas conseguem despistar os soldados. No dia seguinte, soldados estão estranhamente guardando a grande estrutura de madeira. Quando o ataque dos magos de Mozer parece começar, a estrutura se pulveriza e revela em seu interior um círculo de Natur segurando cristais, com um homem ao centro empunhando um cetro negro. O pó liberado acumula-se no homem e no cetro, e aos poucos a estátua de fuligem formada se desfaz num ciclone empesteando com uma estranha aura toda a região da cidade e do exército de Mozer. Ajik e Janus logo percebem que a poeira impede a relização de magias. Assim, uma boa parte do exército de magos, surpreendido, é dizimado pelas máquinas de guerra de Bethe que atacam por sobre as muralhas. Após os magos recuarem, Lerian sai furtivamente da cidade para investigar movimentos nas florestas, descobrindo que há tropas de Bethe preparando-se para um ataque na saída Norte. Tendo detectado perigo na floresta, Lerian retorna e tenta avisar um general, quando descobre que há tropas de Mozer na floresta, mas que também há reforços de cidades vizinhas chegando em Bethe. Quando cai a noite, inicia-se o confronto entre os exércitos. Atento, o grupo percebe que a guarda em torno dos Natur baixa e, subitamente, o clérigo avistado por Dunavan na noite anterior sai da torre do príncipe em direção ao cetro que repousava sobre cinzas em meio ao círculo. Guardado por dois guerreiros, ele toma o cetro e segue Norte em direção aos muros da cidade. O grupo tenta seguí-lo para tomar-lhe o cetro, enquanto Ajik e Janus coletam alguns dos cristais sobre o corpo dos Natur, que caem desmaiados, e percebem que os cristais não estão mais carregados de mara. O Natur com o cetro chega aos muros, que sob sua influência começam a desmoronar. O grupo, protegido por Zurgo e Dunavan e lutando para passar pela guarda de Bethe - que os perseguia mas também ao Natur - chega tarde demais para impedí-lo de fugir da cidade, mas consegue atravessar os destroços e inicia-se uma perseguição fora de Bethe. A oeste, pode-se avistar os exércitos degladiando-se. Fora da cidade e perseguido pelo grupo, o Natur e seus guardas correm para leste e refugiam-se na floresta. Quando Lerian usa suas habilidades de rastreamento para encontrá-lo, surpreendentemente os três perseguidos estavam esperando tranquilamente numa clareira, porém o Natur estava com a aparência de outra pessoa, a quem Janus reconhece imediatamente, interrompendo o conflito e iniciando-se um diálogo. Após uma longa conversa, o grupo descobre que o Natur, chamado Sirion, e os seus dois companheiros, também clérigos de Nayara, haviam participado da defesa da cidade de Bethe, e mais, que tudo aquilo foi uma barganha para recuperarem o tal cetro. Sirion também revela que fez isso por sugestão de um homem de pele ébano a quem ele chamou de "Navegante Negro", e que se identificava como um pirata, e que pretendia encontrá-lo no mar para entregar-lhe o cetro, pois achava que esse pirata era algum tipo de Yam (santo). Além disso, Sirion explica que este cetro está cheio de uma Mara que representa a maldade pura, o inhumano desejo pelo sofrimento, e que assim ela jamais poderia ser impressa por um Natur. Porém, seja qual for sua origem, em contato com o cetro um Natur pode efetivamente desejar o sofrimento, assim tornando-se imune à Tormenta, o que lhe permite engajar-se em atividades como as vistas em Bethe. Mais do que isso, ele pode usar o cetro para imprimir esse desejo em outras Maras, formando os cristais que o grupo havia visto em Bethe. Durante a primeira noite, Janus expõe ao grupo se, em vista da sua missão de recuperar os cristais e tudo mais que estivesse causando a interferência Natur em Bethe, deveriam mesmo confiar em Sirion, supostamente um alto clérigo de Nayara, e permitir que ele levasse o cetro a esse tal navegante, ou se era mais correto tentar tomar-lhe o cetro à força e levá-lo diretamente aos clérigos que os esperavam em Orda. Juntos eles acabam por decidir acompanhar Sirion até o mar e conhecer o tal pirata, inclusive porque ele pode ter mais informações sobre o que está acontecendo, por exemplo a origem do cetro, mas no caminho secretamente enviando à ordem Nayara uma mensagem para relatar parte do que descobriram e avisar onde estariam. Assim é feito, e todos seguem, por um mês, até o porto onde encontrarão o navegante; no meio do caminho, Janus contrata um mensageiro que avisará a ordem Nayara. Ao chegarem no porto, não há sinal do navegante e Sirion instrue a todos para esperarem alguns dias. Enquanto aguardam a chegada do navio, Janus concede ao grupo uma revelação: ao esculpir uma sereia nas pedras da praia, um feitiço nunca visto se apodera da sereia que começa a emitir um som belíssimo. Esse, segundo Janus, é o verdadeiro significado da arte. Após isto, a casa onde o grupo se alojava é invadida por um gigante negro de asas, tentáculos e com um bafo flamejante! Numa batalha sangrenta, eles dizimam o ser que tentava roubar-lhes o cetro, mas muitos ferem-se gravemente. Felizmente Sirion é capaz de ajudá-los com suas habilidades de Natur. Quando finalmente a nau chega, e logo depois a resposta dos Nayara, muitos mistérios são revelados. O navegante é um dragão, um ser mítico, e está lutando contra magos convertidos em demônios pelo cetro, que querem se apoderar de artefatos de uma civilização ancestral que habitava o continente de Drum. Porém, o Dragão do Mar não pode adentrar a terra firme sem assumir sua forma natural, e assim precisa de auxílio para combater a ação das criaturas infernais. Começa então uma longa negociação onde Janus, Sirion e o Navegante tentam convencer o grupo a ajudá-los. Aos poucos, o insistente trio convence um a um, atiçando suas motivações e prometendo-lhes alguma forma de recompensa. E logo que um acordo é estabelecido, o Navegante Negro dá ordem para que seus marujos partam em direção ao misterioso continente, Drum.
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