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| - Jaci, segundo Teodoro Sampaio, vem do tupi îa-cy, "mãe dos frutos". A palavra designa a Lua, o mês lunar e um o ornato feito de um pedaço de concha branca e talhado em forma de crescente. Segundo Câmara Cascudo, na teogonia indígena Jaci era irmã do Sol (Coaraci) e também sua esposa. Presidia a vida vegetal. Os indígenas faziam grandes festas, com comida e bebida, cantos e danças, logo que aparecia a lua nova (Iaci omunhã, Iaci oiumunhã, Iaci pisasu); e na lua cheia (Iaci icaua ou Iaci-ruaturusu).
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| - Jaci, segundo Teodoro Sampaio, vem do tupi îa-cy, "mãe dos frutos". A palavra designa a Lua, o mês lunar e um o ornato feito de um pedaço de concha branca e talhado em forma de crescente. Segundo Câmara Cascudo, na teogonia indígena Jaci era irmã do Sol (Coaraci) e também sua esposa. Presidia a vida vegetal. Os indígenas faziam grandes festas, com comida e bebida, cantos e danças, logo que aparecia a lua nova (Iaci omunhã, Iaci oiumunhã, Iaci pisasu); e na lua cheia (Iaci icaua ou Iaci-ruaturusu). Segundo a classificação do indianista Couto de Magalhães, publicada em O selvagem, Jaci ou Lua, que é a mãe dos vegetais, é um dos três deuses superiores da teogonia tupi e lhe são submetidos o Saci-Pererê, o Mboitatá, o Urutau e o Curupira. É preciso observar, no entanto, que esta sistematização proposta por Couto de Magalhães é questionada por diversos autores. Luís da Câmara Cascudo, em seu Dicionário do folclore brasileiro, adverte : "Não há vestígios que fundamentem a existência de um culto astrolátrico entre os indígenas do Brasil."
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