Eu te bendigo, ó santa que estremeço, Alma tão pura como a flor do linho. É tua prece à mágoa que padeço Asa de pomba defendendo um ninho! Reza, criança! Junta as mãos nevadas E cerra as níveas pálpebras amadas Sobre os teus olhos como um lindo véu... Depois, nas asas de uma prece ardente, Deixa cantar minh’alma docemente, Deixa subir meu coração ao céu!
Eu te bendigo, ó santa que estremeço, Alma tão pura como a flor do linho. É tua prece à mágoa que padeço Asa de pomba defendendo um ninho! Reza, criança! Junta as mãos nevadas E cerra as níveas pálpebras amadas Sobre os teus olhos como um lindo véu... Depois, nas asas de uma prece ardente, Deixa cantar minh’alma docemente, Deixa subir meu coração ao céu!